Atividades

Núcleo de Besteiros – Visita Calma’ness

30 de Outubro, 17h00
ACERT – Tondela

Aderimos oficialmente aos movimentos SLOW e MINDFULL(NESS) – sempre fizemos tudo bastante devagar e com ponderação, pelo que não há mistério. Consideramos que é um impositivo transferir essa nossa abordagem para uma das menos agitadas visitas da história do MF, que do nosso ponto de vista será CALMA’NESS, o movimento SLOW e MINDFULL à maneira do Museu do Falso. Os dias assim o pedem.

Teria, o Museu do Falso, uma excelente perspetiva de incorporar uma parte substancial do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência) no próximo ano, mas com o chumbo em Assembleia da República do Orçamento de Estado para 2022, vemo-nos na contingência de labutar em duodécimos – aparentemente – até que haja novo Governo, se tudo decorrer agora como amplamente anunciado.

Dentro do que de bom ou mau isso possa trazer, há uma garantia que queremos deixar: no próximo dia 30 de Outubro, em Tondela (ACERT), far-se-á uma visita CALMA’NESS ao Museu do Falso – Núcleo de Besteiros, pelas 17h. Apresentaremos o nosso vasto acervo, sem limites ou cativações. Sem quebras. Sem promessas por cumprir. Sem abstenções…

Para o caso de alguma disputa que eventualmente surja, relativa a qual das peças apresentaremos primeiro, fica desde já uma outra garantia: a porta é serventia da casa e, portanto, começaremos pelo princípio e só terminaremos no fim. Somos uma Instituição de valores; não faria sentido proceder de outro modo. O fim, de que falamos, neste caso, é inevitavelmente o conjunto de 5 novas incorporações relativas ao Núcleo de Besteiros que, de facto, corporizam esta nova viagem, até Tondela e ao local onde se fundou o mais antigo Núcleo do Museu do Falso, quase a caminho do seu sexto aniversário (2015 – ). Sabemos agora e por via destes artefactos/documentos históricos, que o Caramulo era um vulcão (a soenga original); que o Besteiro espirrava antes da batalha e o seu lenço infundiu os 1077 (ou 1075?) metros de altura do Caramulo, com as propriedades medicinais que todos lhe conhecemos; que o “Ermitão” era um “tagger” a ponta de navalha; e que Cândido dos Reis, filólogo, linguísta e inimigo da má escrita (da cacografia), tinha uns aparos que se recusavam à dupla consoante. Sabemos também que o Novo-Ciclo é um bem-sucedido empreendimento comercial, ao invés de um ímpar espaço cultural…
Sabemos muita coisa, por estes lados e não faria sentido saber sem partilhar.

Assim sendo e pelo que se disse, partilhamos com todos os interessados, esperando que partilhem igualmente connosco a tarde do próximo Sábado, sugerindo que tragam merenda e chapéu-de-chuva (vai chover abundantemente, pelos vistos).

Núcleo de Besteiros – Inauguração

23 de Outubro, 20h45
ACERT – Tondela

Lamento o estado de constipação em que nos encontramos, muitos, e que sendo Outubro é natural, mas causa por estes dias uma sensação de crime de lesa pátria – pior apenas no caso de um espirro sonoro e evidente. Efeitos e condicionamentos da pós-contemporaneidade em que vivemos.

Lamentando as constipações, pelo Museu do Falso desejo, em seguida, as mais rápidas e completas melhoras/recuperações, até porque no próximo dia 23 de Outubro se inaugura o Museu do Falso – Núcleo de Besteiros, no que será o mais extravagante regresso desde que Napoleão escapou da ilha de Elba e se reassumiu Imperador de França (durante cem dias).

Por partes:
O Núcleo de Besteiros foi fundado em 2015, durante o FINTA e “dramático é perdê-lo”, pelo que estivemos lá.
O Núcleo de Besteiros (que durante algum tempo ainda esteve vai não vai para ser Núcleo Tondelense) foi um sucesso internacional, destacado no “Arabic Life”, nas Comores e no Aeroporto de Guam.
O Núcleo de Besteiros tem agora novas incorporações que o transformam no maior Núcleo do Museu do Falso.
O Museu do Falso, inaugurando o Núcleo de Besteiros, na ACERT, dia 23 de Outubro pelas 20:45, fará a primeira parte dos que aguardam pelo concerto dos Peste & Sida, que começa imediatamente a seguir.

Se ainda houvesse dúvidas quanto à importância desta ocasião, fica a memória do “Espirro do Besteiro”, recuperado e apresentado neste lote de novas incorporações, ou os mais recentes estudos quanto à origem do Caramulo e do Barro Negro de Molelos [entra a música do Tubarão, da autoria de John Williams]… entre outras e ineludíveis verdades alteradoras da historiografia regional.

A estas se juntam, complementando, a Ferradura da Pata traseira direita do pónei no qual Ibn Harrick tentou fugir para Marrocos, claro, bem como todas aquelas que 2021 permitiu que – com sacrifício patrimonial próprio, mas em benefício da colectividade – aproximassem o Museu do Falso do seu triunfal regresso a Tondela e à ACERT, que sendo casa de muita gente é mais ainda um lar de todos quantos a conhecem e aos seus.

Ainda que não seja um regresso triunfal, deixaremos ao critério de quem não vá, decidir se tomar a decisão consciente de não conhecer estes documentos históricos, se justifica apenas porque é Outubro e já está fresquito… interesse sabemos que todos possuem, claro, disponibilidade por vezes falta, mas sendo um Museu amigo de animais e de crianças, todos são bem vindos.

Núcleo do Carmo 81 – Encerramento

03 de Outubro, 17h00

O Museu do Falso – Núcleo Carmo’81 anuncia o seu Encerramento, que terá lugar no dia 03/10, pelas 17h. A todos quantos desejem e possam “voyeurizar” uma extraordinária exposição, de um extraordinário acervo, com extraordinárias proveniências… só há uma ocasião, um local e uma data para isso: Encerramento do Museu do Falso – Núcleo Carmo’81, dia 03/10, pelas 17h; no Carmo’81 em Viseu, que é como quem diz a Rua do Carmo nº81, em Viseu.

A extraordinária sessão de encerramento, com extraordinários convidados (por este meio) e extraordinários transeuntes distraídos (que talvez haja), contará ainda com uma extraordinária tentativa de recorde do Guinness, quanto à mais longa Visita-Guiada de que há registo (em duração, não em distância). Se não conseguirmos, tentaremos realizar uma montagem de vários clips para o TikTok e, de segundo em segundo, escalar essa nebulosa montanha da imortalidade que para os nossos pais e avós talvez significasse algo de mais substancial que fascículos nos jornais de fim-de-semana.

Como apelo extra e considerando que se celebram as Jornadas Europeias do Património 2021, nas quais está o Museu do Falso e este Encerramento – de modo intencional e oficializado naquele site, será igualmente um extraordinário momento para afirmar o primado do Museu do Falso sobre qualquer outro falso museu.

Extraordinário será, ainda e também, poder partilhar uma vez mais o acervo do Museu do Falso, já que ele mesmo é feito de partilhas e disponibilidades pessoais. Desde 2012…

Lançamos igualmente uma Open Call (ou solicitação mecenática, se preferirem) que só pode ser respondida de forma presencial, “pessoal e intransmissível”: por favor, contribua com essa relíquia guardada na caixa de bolachas Nacional, que está ao fundo… na porta direita do armário ao lado do exaustor. Essa nova potencial adição ao acervo do Museu do Falso, se se comprovar a autenticidade da mesma, trar-lhe-á direito a entradas gratuitas vitalícias para qualquer exposição que o Museu do Falso venha a realizar e não cobraremos subscrição pelos nossos serviços de streaming. Tudo isso, claro, se algum dia cobrarmos bilhete/subscrição para o que quer que seja…

Núcleo do Carmo 81 – Inauguração Formal

10 de Setembro, 18h45

Depois de uma “soft opening” plena de visitantes e seriedade, temos o enorme prazer em convidar todos os residentes numa distância não superior a 70Km em linha reta, para a Inauguração Formal do Museu do Falso – Núcleo Carmo’81: dia 10 de Setembro, sexta-feira, 18:45h.

No que se prepara para ser uma constante repetição do termo Inauguração Formal e voltando ao ponto: no dia 29/08/2021, com a “soft opening”, pudemos partilhar conversas e apresentar calmamente as novas peças do acervo do Museu do Falso.

Agora, quase duas semanas volvidas, apresentamos a imperdível oportunidade de assistir ao vivo a uma reinterpretação, por Ana Bento e Bruno Pinto, de “Fugir do Amor” (tema original datado de 1967, de Abílio Cardoso para Vera Lúcia, nunca endereçado à própria) – cuja K7 foi entregue ao Museu do Falso em 2021.

Também na Inauguração Formal, teremos a apresentação exclusiva de um tema do século XII, mantido na tradição oral de Marrocos (Molelos, concelho de Tondela), referente à falhada tentativa de fuga de Afonso Henriques para Marrocos (Norte de África). Tema que – aliás e inclusive – originou a conhecida música infantil “Fui visitar a minha Tia a Marrocos…”

Por fim e ainda durante a Inauguração Formal, será apresentado o “statement final” do centenário Carvalho-alvarinho do Parque Aquilino Ribeiro, antes de se deitar (o que de facto ocorreu a 19 de Novembro de 2020, sendo portanto, o “statement”, ou da véspera, ou dos dias anteriores)…

Museu do Falso –
Núcleo do Carmo 81

Até 03 de Outubro. Segunda a sexta-feira: 14h30 às 19h00

FICHA TÉCNICA
Conceção & Coordenação-Geral/Direção Museológica: Rui Macário Ribeiro
Grafismo & Documentação: Luís Belo
Museografia & Iluminação: Nuno Rodrigues
Social Media Manager: Inês Ferreira
Co-Produção: Carmo’81 (Nuno Leocádio e Catarina Loureiro)
Proveniência das peças do acervo em exposição: Ana Bento e Bruno Pinto, Ana Seia de Matos, B. McXug, Carlos Salvador, Guilherme Gomes, José Pedro Pinto, João Dias, L Filipe dos Santos, Liliana Velho, Luís Belo, Raquel Balsa, Nuno Rodrigues, Pedro Pires, Ronald Reuel, Rosário Pinheiro, Steven Barich, ZéTavares.

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