Excerto do argumento “Amor de Perdição”, de Steven Spielberg

AUTOR: Guilherme Gomes
TIPOLOGIA: Documento
DATA: 2012
N.º DE INVENTÁRIO: MF.2012.021

Memória Descritiva

Não sendo artista plástico, não me aventurei por terras estrangeiras. Fiz algo de que gosto muito e que me dá muito prazer: fazer histórias. Peguei numa obra emblemática da literatura portuguesa, que está ligada a Viseu enquanto Verona, em personalidades conhecidas e uni-as num cenário hipotético, onde a tangibilidade não é importante. Mantive a coisa simples, educadamente, falsifiquei um documento e, de repente, Spielberg já quis gravar em Viseu, uma imagem com a qual me regozijo.

A Falsidade Explicitada 

Os elementos da historieta são, na sua maioria, verdadeiros: Steven Spielberg existe mesmo, Amor de Perdição é uma obra literária de referência, que se passa em Viseu e existem emigrantes portugueses nos Estados Unidos. O que é falso (para além da Sociedade Portuguesa de Estudos Spielberguianos) são as relações e a página em si. Spielberg não escreveu nenhum guião baseado no Amor de Perdição, nem sei se algum dia leu a obra, por isso, o hipotético emigrante não doou a página à SPES. Um apontamento interessante sobre a obra em particular de Camilo Castelo Branco é a comemoração, este ano [2012], dos seus 150 anos.

Sobre Guilherme Gomes

Guilherme Gomes nasceu a 1 de Maio de 1993, na cidade de Viseu.
Quando estudava no 7º ano, juntamente com um colega e amigo, começou a interessar-se pelo cinema e pela área do visual, formando com este a FILMOMANIA, uma produtora “caseira” jovem de vídeos.
Com 15 anos, descobriu Pessoa e criou um canal no Youtube onde declamava poesia de um poeta que foi muitos – o Odeapessoa – com o intuito de criar um exercício de dramatização frequente.
Mais tarde, a pedido de alguns seguidores, criou um canal mais genérico – o Dizedor – onde expõe poemas de autores conhecidos e ainda por conhecer.
Frequentou no Verão de 2010 um curso intensivo de teatro contemporâneo na Royal Academy of Dramatic Arts, em Londres.
Entre 2009 e 2011, participa no projecto PANOS no Teatro Viriato, sob a orientação de Graeme Pulleyn.
Em 2011, conclui o 12º ano, no Curso de Ciências e Tecnologias, na Escola Secundária Alves Martins, em Viseu, ingressou na Escola Superior de Teatro e Cinema (Antigo Conservatório Nacional de Teatro), no Curso de Teatro – Ramo de Actores. Neste ano participa também no programa televisivo “Portugal tem Talento”, onde foi finalista, e participa no Teatro Mais Pequeno do Mundo (projecto a que se mantém associado).
Em 2012, colaborou com instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian e o Centro Nacional de Cultura.
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